O espaço foi inaugurado em dezembro de 2015 e serviu de base para os treinamentos da Seleção Olímpica e Paralímpica Britânica durante o Rio 2016. Em 2019, o local foi adaptado para o projeto de extensão do esporte paralímpico, que conta atualmente com 110 atletas. Centro de Treinamento Esportivo da UFMG Patrícia Luz/G1 Minas nd,. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) existe um centro de treinamento que realiza um projeto de extensão para o esporte paraolímpico. Os atletas recebem apoio de fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e profissional de aprimoramento físico. Três paraatletas estão nos jogos de Paris 2024. Uma delas é Ana Carolina Moura, que conquistou o ouro no taekwondo nesta sexta-feira (30) (saiba mais abaixo). O espaço foi inaugurado em dezembro de 2015, construído em parceria com o Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da então Secretaria de Estado do Esporte e Juventude (SEEJ). O local foi um dos 13 espaços mineiros credenciados pelo Comitê Olímpico Brasileiro para receber atletas de alto rendimento de delegações estrangeiras durante as Olimpíadas Rio 2016. O CTE serviu de base para o treinamento da Seleção Olímpica e Paraolímpica Britânica. Inclusão Ana Carolina Silva de Moura conquistou ouro no taekwondo nas Paraolimpíadas Paris 2024 Silvio Ávila/CPB Em 2019, o local foi adaptado para desenvolver atletas adolescentes com deficiência. O projeto de extensão esportiva paralímpica conta com um total de 110 alunos – 64 jovens no atletismo, 37 na natação, 11 no levantamento de peso e nove no taekwondo. O que é capacitismo? Entenda como não cair nessa armadilha nas Paraolimpíadas Paris 2024. A área é complementar à Faculdade de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG. Está localizado na Avenida Alfredo Camarate, bairro São Luiz, Região da Pampulha, em Belo Horizonte. Ciclismo de pista paralímpico – CTE/UFMG Paratletas em Paris 2024: Arthur Xavier Ribeiro, 17 anos, competirá na natação na classe S14 – 4x100m livre e revezamento 100 metros costas. Recentemente, Arthur conquistou medalhas na World Series de Berlim de 2024, incluindo ouro nos 100m livres (júnior) e bronze nos 200m livres (júnior e adulto); Ana Carolina Silva de Moura, 28 anos, é a representante do Taekwondo na classe K44. Fêmea até 65kg. Em 2023, Ana conquistou o ouro no Mundial do México e no Parapan do Chile e, em 2024, venceu o Rio Open Parataekwondo. E agora conquistou o ouro nas Paraolimpíadas Izabela Silva Campos, 43 anos, vai competir no Atletismo, na classe F11. Testes de lançamento de disco feminino. Izabela é medalhista de bronze na Copa do Mundo de Kobe (2024) e medalha de ouro no lançamento de disco e arremesso de peso no Parapan do Chile 2023. Esta será a quarta vez em sua carreira que participa de Jogos Paralímpicos. Ciclismo de pista paralímpico – CTE UFMG Patrícia Luz/g1 Minas LEIA TAMBÉM: Paraolimpíadas Paris 2024: veja os atletas brasileiros classificados Paraolimpíadas Paris 2024: datas e horários das modalidades Centro de Treinamento Esportivo da UFMG pretende formar ‘super atletas de Breaking, badminton e até surf: saiba onde praticar diferentes modalidades olímpicas em BH Ana Caroline Silva e Lívia Avancini são eliminadas no arremesso de peso Coordenação e fiscalização Projeto de extensão dos esportes paralímpicos do Centro de Treinamento Esportivo (CTE) é coordenado por Andressa da Silva de Mello, professora da UFMG desde 2015. Atua na área de esportes paralímpicos há 19 anos, com alunos de graduação em educação física, pós-graduandos em ciências do esporte e ciências da reabilitação em níveis de mestrado e doutorado. Andressa tem duas Olimpíadas e quatro Jogos Pan-Americanos em seu currículo. “Hoje temos parcerias com outros projetos de pesquisa, ONGs e entidades que trabalham com crianças e adolescentes com deficiência. É um espaço para prática de atividade física com objetivo competitivo para pessoas com deficiência. e não apenas para fazer atividade física por lazer. […] Recebemos documentação com laudo médico para saber se o jovem está apto para o esporte paralímpico”, afirma Andressa Mello – Coordenadora do CTE. Renato Guerreiro (supervisor), Thiago Souza Lopes (22 anos e paraatleta) e Andressa Melo (coordenadora) Patrícia Luz/ G1 Minas O projeto é orientado pelo educador físico e professor Renato Guerreiro, 35 anos. O profissional formado em atletismo no Rio de Janeiro, veio para Belo Horizonte fazer doutorado e foi convidado a conhecer o trabalho do CTE com pessoas com deficiência. Em 2021, após voluntariado, Renato migrou definitivamente para o projeto. Ele tria novos integrantes e trabalha o processo de evolução cognitiva e física dos paraatletas, até mesmo sozinho, porque não acredita que eles possam estar aqui. . Observamos que esse projeto traz dignidade às famílias e aos atletas. Observamos uma melhora na autoestima dessas crianças. […] Têm direito a usufruir de uma estrutura de qualidade, de um ambiente de qualidade, de desporto de forma adaptada, digna e consciente. Isso para mim é o mais gratificante, independente da medalha e da conquista esportiva”, afirmou Renato Guerreiro – Supervisor de Esportes Paralímpicos do CTE. Davi César Hovacick Félix, 31 anos – Atletismo Paralímpico Patrícia Luz/G1 Davi César Hovacick Félix, 31 anos, é natural de Santa Luzia, cidade da região metropolitana de BH. É atleta de atletismo paralímpico, sua principal prova é o salto em distância, da classe T47, que é para pré-amputados de membro superior, abaixo. O jovem iniciou o projeto em 2019, a convite da professora Andressa “Entrei no atletismo através da corrida de rua, ainda no ensino médio, incentivado por uma professora. Por causa da minha deficiência, me formei em educação física. Algum tempo depois, recebi o convite do atual técnico da equipe, Cássio Damião, ainda em 2015, para praticar o salto em distância. O esporte é meu estilo de vida. Sem ele, eu não teria definição de identidade […] A importância do projeto é indescritível, tanto para mim como pessoa, como profissional ou cidadão. […] Há caminhos a serem trilhados por pessoas com deficiência, além de profissionais, estagiários, doutorandos e mestrandos, que saem daqui com pesquisas promissoras. O projeto é de suma importância para toda a sociedade”, afirmou. Estrutura Segundo a diretoria, o Centro de Treinamento Esportivo possui aproximadamente 31 mil m² de área total e 5 mil m² de área construída. No local, há uma pista de atletismo, com piscina, também com oito pistas, aquecida e com sistema de borda infinita. Há ainda academia de musculação, sala de fisioterapia, consultório de acompanhamento nutricional, consultório psicológico e sala de enfermagem, quatro saunas, três ofurôs, dois tanques de crioimersão, além de laboratórios e salas administrativas Piscina com oito pistas, climatizada e com sistema de borda infinito – CTE UFMG Patrícia Luz/g1 Minas Piscina do CTE/UFMG G1 Minas Sala de Fisioterapia CTE Fisioterapia – UFMG Patrícia Luz/G1 Minas/. Sala de fisioterapia do CTE/UFMG Patrícia Luz/G1 Minas Academia CTE Academia – UFMG Patrícia Luz/G1 Minas Paraatleta levantando peso na academia do CTE/UFMG Patrícia Luz/G1 Minas Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional CTE/UFMG Patrícia Luz/G1 Minas Terapia Ocupacional Nutrição Estefânia da Cruz – técnica de enfermagem do consultório de nutrição do CTE/UFMG Patrícia Luz/G1 Minas Gabinete de psicologia Gabinete de psicologia do CTE/UFMG Patrícia Luz/G1 Minas Mantenedora A estrutura física e de pessoal do CTE é mantida pela UFMG. A universidade paga luz, água, gás, jardinagem, segurança e limpeza do local. Os coaches são remunerados por projetos financiados pelo Governo Federal. “Por se tratar de um Centro de Referência Paralímpico, o Comitê Paralímpico Brasileiro está contratando novos treinadores para continuar prestando serviços em natação, atletismo e parataekwondo”, afirma Andressa Mello – Coordenadora do Projeto Esporte Paralímpico Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas:
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O post Conheça o centro de treinamento da UFMG que conta com 3 paraatletas nos Jogos de Paris; Entre eles está o medalhista de ouro do taekwondo que apareceu pela primeira vez no WOW News.