O caso foi registrado na madrugada deste domingo (18) na Delegacia de Plantão, na cidade, como ‘realização de atos de maus-tratos a animais’ e ‘ameaça’. Tigrinho era um cão comunitário e, segundo relatos de testemunhas, era manso e não tinha histórico de ataques em Limeira. Reprodução/MP-SP O homem investigado e preso pela morte do cão comunitário conhecido como “Tgrinho”, em Limeira (SP), no último sábado (17), passou por audiência de custódia nesta terça (20) e segue preso , segundo informações do Tribunal de Justiça (TJ-SP) e do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). O juiz não acatou o pedido de liberdade provisória da defesa do suspeito. O animal foi esfaqueado próximo ao bar onde estava um de seus cuidadores, na região da Vila Residencial. O suspeito foi detido depois de o tribunal ter aceite uma denúncia do MP por crimes contra a vida selvagem. Cadastre-se no Canal g1 Piracicaba e região no WhatsApp O procurador responsável pelo caso no Ministério Público, Luiz Alberto Segalla Bevilacqua, também afirmou que já se manifestou. A expectativa é que o juiz se pronuncie sobre o pedido da defesa nesta quarta-feira (21). “Na audiência de custódia, o acusado não foi liberado. A defesa fez um pedido de liberdade. O juiz entendeu como regular a prisão. Falamos em manter a prisão porque não houve nenhuma mudança de ontem para hoje que lhe desse liberdade provisória”, disse o procurador ao g1. O Tribunal de Justiça explicou os objetivos da audiência de custódia neste caso. de mandado de prisão, portanto a audiência de custódia serve apenas para verificar se foi cometida alguma ilegalidade durante a prisão. Ele continua preso”, informou o TJ ao g1. Nesta terça-feira (SP), abriu inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Tigrinho. No boletim de ocorrência da Polícia Civil do dia do ocorrido, ele alegou ter usado uma faca para afastar o cachorro do filho após a suposta agressão – Leia mais, abaixo no documento assinado pelo promotor Luiz Alberto Segalla Bevilacqua, disseram testemunhas. que quando o cachorro foi esfaqueado não representava mais perigo para a criança /Cão comunitário do MP-SP O cachorro, segundo o Ministério Público de Limeira, não tinha tutor nem casa, “sendo tratado e cuidado por todos os órgãos ”. vizinhos, tendo em conta o quão manso era e sem histórico de qualquer ataque”, segundo trecho de reportagem que faz parte da representação do Ministério Público a que o g1 teve acesso nesta segunda-feira. Cachorro é morto com faca em Limeira Reprodução/MP-SP Prisão preventiva O Tribunal de Justiça decidiu pedir prisão preventiva em vez de aplicar medidas cautelares. “Os fundamentos utilizados pela autoridade requerida mostram que [o suspeito] é uma pessoa possivelmente fria e cruel, de modo que a substituição da prisão preventiva por diversas medidas cautelares não seria suficiente para proteger satisfatoriamente os bens legalmente protegidos pelo art. 312 do Código de Processo Penal”, afirma o juiz Guilherme Lopes Alves Lamas na decisão. De acordo com a decisão do TJ, o pedido de prisão preventiva do homem suspeito de esfaquear e matar o cachorro “Tigrinho” também foi feito como garantia de ordem pública. “Conforme sugerido pelo Ministério Público, o caso trouxe grande insatisfação à sociedade limeirense, notadamente dada a crueldade utilizada pelo investigado, inclusive foi noticiado que havia ameaça de linchamento e vandalismo. do veículo do investigado, razão pela qual foi decretada a prisão. os cuidados preventivos são fundamentais para garantir a ordem pública”, explicou em parte da decisão. Plantão Policial de Limeira registrou o caso Reprodução/EPTV Polícia Civil A Polícia Civil de Limeira (SP) investiga as circunstâncias da morte do cachorro após ser atingido por uma faca. Segundo o boletim de ocorrência, um homem esfaqueou o cachorro na tentativa de afastá-lo. isso do filho. A criança teria sido agredida pelo cachorro que mora no bairro Residencial Village e tem, entre seus donos, o dono de uma casa. bar na região Após ser ferido, o cachorro foi em direção ao bar, mas não sobreviveu aos ferimentos. Um grupo de pessoas que estava no estabelecimento, segundo depoimento dos pais da criança no boletim de ocorrência, os ameaçou com tiros. enxada, bancos de madeira e faca, dizendo que fariam o mesmo com eles. Os pais do menino mordido pelo cachorro afirmam que tiveram o pneu traseiro do carro da família furado durante a confusão. Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Aeroporto. Depois, ele foi à delegacia para registrar o caso. O grupo que estava no bar também foi à delegacia para denunciar a morte do cachorro. O animal foi levado a uma clínica veterinária para exame necroscópico. O caso ocorreu na Rua Professor Ari Pereira Souto e segue em investigação. “O fato envolvendo as partes é complexo e deve ser melhor investigado, sem ignorar que envolve a morte de um cachorro e a integridade física de uma criança”, narrou o delegado nos autos da Polícia Civil. A ocorrência foi registrada na madrugada deste domingo (18) na Delegacia de Plantão, na cidade, como ‘ato de maus-tratos a animais’ e ‘ameaça’. VÍDEOS: Tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba
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