O diretor executivo da empresa defendeu o apoio à produção de combustível de aviação sustentável A procura por etanol deverá ser impulsionada pela necessidade de produzir combustível de aviação sustentável (SAF), que deverá ser “a primeira cadeia a descarbonizar”, defende o diretor executivo (CEO) ) da Raízen, Ricardo Mussa. Por isso, o executivo não vê “problemas de demanda nos próximos 20 anos”. Durante o evento Agro Summit, realizado pelo Bradesco BBI nesta quarta-feira (11/09), em São Paulo, Mussa defendeu a implementação de políticas públicas de apoio à produção de SAF, argumentando que o alto custo de produção poderia ser compensado com maior segurança para os investidores. “Quando você tem uma política pública, você dá segurança para investir, e o Brasil é o país certo para fazer investimentos”, disse. O texto inicial do plugin Mussa apontava distorções no mercado de etanol, argumentando que produzir SAF diretamente no Brasil tornaria o processo mais eficiente, reduzindo custos e emissões de carbono. “Você exporta etanol para os Estados Unidos, que você transforma em SAF e exporta para a Europa. Produzi-lo próximo ao etanol reduziria as emissões”, afirmou, destacando Paulínia (SP) como localização estratégica para essa produção devido à proximidade com o porto de Santos e à abundância de etanol na região. O presidente defendeu o uso mais eficiente da biomassa da cana-de-açúcar, especialmente do bagaço, que hoje é utilizado de forma limitada para gerar eletricidade e vapor nas usinas. Destacou o valor do etanol de segunda geração, produzido a partir deste resíduo, no mercado europeu, por não competir com a produção de alimentos. Mussa considera “não nobre” utilizar o bagaço apenas para operar usinas e sugeriu que o Brasil foque na eletrificação de usinas para exportar etanol produzido a partir de biomassa, consolidando-se como um grande exportador de biocombustíveis e consumidor de eletricidade renovável. e barato. O executivo destacou a vantagem do etanol pela sua cadeia de carbono mais curta e pela crescente demanda global por descarbonização em diversos setores, como as indústrias química e cosmética. Em relação à COP30 em Belém no próximo ano, o CEO defende que seja abordado um número reduzido de questões para garantir maior assertividade no plano de ação. Etanol de milho O CEO destacou que o etanol de milho está transformando o mercado de combustíveis ao se expandir para regiões até então inexploradas. Em sua análise, Mussa afirmou que o etanol de milho não está substituindo o etanol de cana-de-açúcar, mas sim a gasolina, o que representa um avanço positivo para o setor. Ele esclareceu que o etanol de cana tem maior foco na exportação, enquanto o etanol de milho atende predominantemente a demanda interna. “Minha leitura é que teremos o etanol de milho muito presente como combustível aqui no Brasil, abrindo muito espaço para novas bombas de combustível e etanol em todo o Brasil. A Raízen optou por olhar para o mercado externo, ganhamos um prêmio alto por estarmos no mercado exportador brasileiro”, disse. Mussa reconheceu ainda que se pudesse recuar no tempo teria investido no sector do milho, admitindo que subestimou o potencial do etanol de milho. Atualmente, a Raízen não considera novas aquisições, pois ainda está assimilando a compra feita há três anos, disse o CEO. A empresa está focada em cortar custos e não vê grandes vantagens em novas aquisições no momento.
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