Para o Nadadores brasileiros roubou a cena na tarde desta segunda-feira (2), em piscina de Arena La Defesaem Parisganhando medalhas ouro, prata e bronze em Paraolimpíadas. Nó triatloo Brasil levou prata com o paranaense Ronan Cordeiro – Primeira medalha do Brasil na modalidade na história do esporte Jogos Paralímpicos. O desempenho na natação e no triatlo levou o Brasil ao quarto lugar no quadro de medalhas – anteriormente, o país ficava em quinto, atrás da França.
O pernambucano Carol Santiagoconquistou seu segundo ouro em Paris, desta vez nos 50 metros livres S13 (deficiência visual). Aos 39 anos, Carol já conquistou cinco medalhas de ouro nas Paraolimpíadas, e se tornou a atleta feminina com mais medalhas de ouro na história do país, posição anteriormente ocupada por Adria Santos, do atletismo (quatro medalhas de ouro). Também esta tarde, conquistou as duplas prata e bronze, respetivamente, com as irmãs gémeas Débora e Beatriz Carneiro, nos 100m peito da classe SB14 (deficiência intelectual).
“O que [recorde] Significa muito para mim, significa que, com toda dedicação que tivemos, conseguimos chegar nesse patamar, né? E isso é muito bom, acho que isso vai ficar, toda essa força, toda essa dedicação que a gente tem, esse sonho realizado, para que os novos atletas que estão chegando, para que as crianças vejam isso como um caminho, fiquem. o que é simples. Estou lá todos os dias, treinando no Comitê Paralímpico Brasileiro [CPB]todo dia lá”, comemorou Carol, logo após a conquista, em depoimento ao CPB.
Nos 50m livre S13 desta segunda-feira (2), Carol ficou em primeiro lugar com o tempo de 26,75, deixando para trás a americana Gia Pergolini (27,51), com a prata, e a italiana Carlotta Gilli (27,60) com o bronze.
Recordista mundial (26,61) e paralímpica (26,71) Carol tem um total de sete medalhas paralímpicas – além dos cinco ouros, ela também tem uma prata e um bronze.
O primeiro ouro do pernambucano em Paris foi obtido no último sábado (31), nos 100m costas S12. E a coleção dourada de Carol pode ficar ainda maior. Ela voltará a competir na terça-feira (3) nos 200m medley S13. Na quarta-feira (4) ela entra na piscina para disputar os 100m livre S12, e também disputa o revezamento 4x100m misto. A nadadora encerra sua participação em Paris nesta quinta-feira (5), nos 100m peito SB12.
Dupla brasileira no pódio
Os primeiros brasileiros a comemorar na Arena La Defense na tarde desta segunda-feira (2) foram os gêmeas Débora e Bia Carneiro. Eles competiram antes de Carol Santiago e conquistaram a prata (com o tempo de 1min16,47) e o bronze (1min16,02), respectivamente, nos 100m peito da classe B14. Débora liderou a prova até poucos metros antes do final da prova, quando foi ultrapassada pela britânica Louise Fiddes (1min15s47) que venceu e ficou com o ouro.
O paranaense Ronan Cordeiro conquistou a prata no triatlo de Paris. O atleta de 27 anos, que compete na classe S5 (deficiência físico-motora), completou a prova (natação, ciclismo e atletismo) em 59min01. O americano Chris Hammer (58min44) ficou com o ouro e o alemão Martin Schulz (59min19) completou o pódio com o bronze.
“Não é fácil, o triatlo é um esporte injusto. Gostaria de agradecer a toda a minha equipe, pois este ano passei de oito a 10 meses consecutivos fora do Brasil. Eu tinha a missão de quebrar esse paradigma. O cara da minha turma que tem a bicicleta mais barata é [custa] R$ 120 mil. Quero saber quem no Brasil tem capacidade para fazer isso. Quero agradecer a todo o apoio. Tenho patrocínio que investiu mais de R$ 800 mil em mim, CPB quase R$ 1 milhão, sabe o que é isso? E há pessoas que ainda não se qualificaram. Os competidores estavam todos em altitude. O CPB [Comitê Paralímpico Brasileiro] Fiz meu primeiro treinamento em altitude. Obrigado CPB. E veja o resultado que alcançamos. Eu realmente queria ganhar isso aqui. Queria dedicar isso a toda a minha equipe. Foi um resultado injusto, queríamos vencer. Eu tenho muitos sentimentos. Arrisquei tudo, dei tudo na natação, dei tudo no ciclismo e paguei caro na corrida. Mas é um resultado histórico e vai mudar para o triathlon”, analisou Ronan, em depoimento ao CPB.
Natural de Curitiba, Renan compete no triathlon há seis anos. Em junho, conquistou o ouro na World Series de triatlo, em Swansea (País de Gales). O atleta, que tem malformação congênita na mão esquerda, competiu na natação (de 2012 a 2018) antes de migrar para o triatlo.
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