agosto 16, 2024
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“Senti que a medalha ia escapar”: Isaquias e medalhistas contam bastidores das conquistas em Paris

“Senti que a medalha ia escapar”: Isaquias e medalhistas contam bastidores das conquistas em Paris
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Homenageados pelo Flamengo, Rebeca Andrade, Isaquias Queiroz e Rafaela Silva comentam as medalhas conquistadas com esforço nas Olimpíadas Flamengo homenageia seus seis medalhistas olímpicos Rebeca Andrade, Jade Barbosa, Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira, Rafaela Silva e Isaquias Queiroz subiram ao pódio no Olimpíadas de 2024 e foram homenageados pelo Flamengo, clube que representam. A importância das medalhas e o reconhecimento dado aos atletas são indiscutíveis, mas outro ponto une as conquistas deste sexteto em Paris: a emoção das disputas em que se envolveram, com resultados definidos nos últimos momentos. + Flamengo homenageia medalhistas olímpicos dos Jogos Paris 2024 + Rebeca Andrade indica chance de se aposentar da ginástica: “Talvez eu pare antes do Biles” + Isaquias Queiroz valoriza pausa antes do Paris 2024: “Estava desmotivado e deprimido” Na ginástica artística , por exemplo, a seleção brasileira feminina, formada por Rebeca, Jade, Lorrane, Flávia e Júlia Soares (a única que não defende o Flamengo), ficou de fora do pódio até chegar ao último aparelho (salto). Ele ainda teve que esperar os placares de outros países para finalmente comemorar a conquista do bronze na Arena Bercy. Flávia, Rebeca, Lorrane, Jade e Júlia, com as medalhas de bronze Amanda Perobelli/Reuters A espera afetou o ânimo da torcida, que sofreu na expectativa da medalha. Mas isso não afetou tanto os atletas. Pelo menos é o que Rebeca garante. Responsável pelas acrobacias finais, o maior medalhista olímpico da história brasileira tinha consciência do bom trabalho que realizou. – Não olho o placar, então não sabia quanto precisávamos levar. Eu só queria fazer o meu melhor, dar o meu melhor. Mesmo que a medalha não tivesse vindo, eu teria ficado satisfeito, porque sei que dei tudo de mim ali. Enfim, temos que chegar até o fim, certo? Acho que é isso: acreditar e dar o seu melhor, sempre – disse ela, rindo, em entrevista ao ge. Reação da seleção brasileira de ginástica feminina ao saber da medalha de bronze Se a ginástica mantivesse a confiança, Isaquias, por outro lado, temia sair de Paris sem medalha. Grande nome do Brasil na canoagem de velocidade, ele havia ficado de fora do pódio na prova C2 ​​500m, na qual competiu ao lado de seu tradicional parceiro Jacky Godmann. E só teve mais uma tentativa, na prova individual C1 1000m. Isaquias, porém, chegou à reta final da prova na quinta colocação, quase dois barcos atrás de Zakhar Petrov (Atletas Neutros Individuais) e Serghei Tarnovschi (Moldávia), segundo e terceiro colocados na época, respectivamente. – Fiquei um pouco assustado. A corrida está cansativa e senti que a medalha ia escapar. Os outros estavam muito à frente. No final, era tudo ou nada. Se eu saísse sem medalha, pelo menos sairia sabendo que dei o meu melhor, tudo o que tinha para dar – disse ao ge. + Selecione seus medalhistas brasileiros favoritos e construa um pódio olímpico! + “O esporte muda vidas”: Lorrane, Rebeca e outras medalhistas tornam-se referências para os jovens + Seleção feminina de vôlei: veja em quais clubes jogarão as medalhistas de bronze Em homenagem ao Flamengo, Isaquias Queiroz mostra a prata conquistada em Paris Wagner Meier/Getty Imagens Na final, o gás permitiu que Isaquias ganhasse posições. Ele terminou em quarto lugar. Depois o terceiro. Ele ainda conseguiu uma última ultrapassagem para terminar com a prata e garantir seu quinto pódio nas Olimpíadas. Ele é o segundo maior medalhista olímpico da história brasileira, atrás apenas de Rebeca, que tem seis medalhas, sendo quatro delas conquistadas em Paris. – Claro que queríamos o ouro. Não veio, mas todo o cenário deu um gostinho de ouro. Meu teste pode ser uma referência para nós, brasileiros, nunca desistirmos dos nossos sonhos e objetivos. Mostrei que, mesmo nos momentos mais difíceis, é preciso acreditar e seguir em frente. Para mim essa disputa também ficará marcada na história, pela recuperação não só física, mas também mental – comemorou o canoísta. Isaquias Queiroz larga na liderança e fica em segundo lugar na semifinal do C1 1000m Assim como Rebeca e Isaquias, Rafaela Silva já havia conquistado medalha em mais uma edição das Olimpíadas. Ouro na Rio 2016, o judoca carioca foi afastado das competições após ser reprovado em exame antidoping e, com isso, perdeu os Jogos de Tóquio em 2021. A participação em Paris ganhou então um sabor ainda mais especial. Rafa era forte candidato à medalha na competição individual na categoria até 57kg, mas acabou derrotado na briga pelo bronze. Ela teve que lidar com a frustração e recuperar as energias, pois, no último dia de judô na capital francesa, voltou aos confrontos de equipes mistas. Com Rafa, a seleção brasileira chegou à disputa da medalha de bronze contra a Itália. A carioca venceu sua primeira luta, mas o placar geral das lutas entre brasileiros e italianos ficou empatado em 3 a 3. Uma roleta decidiria qual categoria retornaria ao tatame para o último duelo, que definiria a equipe medalhista. + Acompanhe o canal de esportes olímpicos do ge no WhatsApp! + Veja mais notícias relacionadas aos esportes olímpicos Homenagem de Rafaela Silva recebida no Flamengo Wagner Meier/Getty Images O nome de Rafaela saiu na hora do sorteio. A atleta do Flamengo enfrentou Verônica Toniolo e aplicou imediatamente um waza-ari – inicialmente não marcado, mas concedido após revisão do VAR. Vitória brasileira e pódio garantidos, com sentimento de dever cumprido. – Eu estava pedindo para estar na minha categoria. Eu sabia o quanto estava preparado, minha vontade de sair de Paris com uma medalha. Foi certamente muito importante que o meu nome fosse mencionado e que eu pudesse responder adequadamente. Recebi muitos relatos de que pessoas estavam perguntando por mim. Acho que por terem pedido tanto, não deu certo. Fiquei feliz em entregar esta medalha. Se não sofrer, não é brasileiro – comentou Rafa, também em conversa com o ge, antes de completar: – Acabei sem medalha no individual, e a única coisa que pensei foi: “Se essa for minha última edição do nas Olimpíadas, como vou querer ser lembrado? Fiquei feliz em contribuir porque sei que se fosse minha última participação as pessoas se lembrariam bem de mim. Rafaela Silva vence quarta luta, e Brasil conquista bronze nacional no judô Mesmo imaginando se despedir das Olimpíadas, Rafa garante que buscará a classificação para os Jogos de Los Angeles em 2028. Isaquias e Rebeca também deixaram a possibilidade de ir para os Jogos Olímpicos Estados Unidos em quatro anos. Então é melhor o torcedor brasileiro se preparar, pois esses atletas são sinônimo de emoção.

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