Bandido que integra a liderança do Comando Vermelho teria ordenado invasões de territórios controlados por facção rival e pelos milicianos Edgar Alves de Andrade, Doca Ou Urso, integrante da liderança da maior facção criminosa do Rio, foi um dos alvos da Operação Buzz Bomb, deflagrada nesta segunda-feira, pela Polícia Federal (PF) para reprimir o uso de drones lançadores de granadas, operados por pessoas ligadas ao Comando Vermelho (CV). Com 24 mandados de prisão expedidos em seu nome pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), segundo dados do site do Conselho Nacional de Justiça, ele não foi localizado pelos agentes baleados no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio. tiroteio, quatro moradores ficaram feridos por estilhaços. Ataque aéreo: Militares são presos em operação da PF contra drones do tráfico de drogas que lançam granadas no Rio ‘Boa noite, Cinderela’: reportagem da Linha Direta solicita informações sobre suspeita de integrar quadrilha especializada no golpe no Rio Cabo da Marinha do Brasil, suspeito de ser o responsável por pilotar remotamente a aeronave foi preso. Ele foi detido por homens da Marinha em seu posto de serviço. O militar e Doca tiveram prisões preventivas ordenadas pela 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa do TJRJ. Investigações da Polícia Civil apontam que Edgar Alves de Andrade é um dos responsáveis por ordenar a invasão de territórios controlados por traficantes de drogas ou milicianos rivais, em vários pontos do Rio de Janeiro. A investigação da PF foi iniciada após um ataque de bandidos CV contra paramilitares, utilizando drones equipados com dispensadores capazes de lançar artefatos explosivos, na comunidade de Gardênia Azul, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. Durante os trabalhos investigativos da PF, a corporação identificou o soldado suspeito de operar a aeronave remotamente no referido ataque, ocorrido em 15 de fevereiro deste ano. Além disso, drones também foram utilizados pela facção criminosa para monitorar as ações policiais realizadas no Complexo da Penha, bem como em outras áreas dominadas pelo grupo Doca. Doca possui 24 mandados de prisão expedidos pelo TJRJ em seu nome, segundo dados do site do CNJ. combinados, eles podem pegar até 14 anos de prisão se forem condenados. Na ação desta segunda-feira, policiais federais utilizaram pelo menos quatro veículos blindados. Os ferimentos causados por estilhaços em moradores, que foram pegos em meio a tiros de traficantes, foram inicialmente considerados leves. Todos já tiveram alta hospitalar. Durante a operação, a polícia também cumpriu três mandados de busca e apreensão em áreas da cidade do Rio de Janeiro. A ação desta segunda é resultado do trabalho investigativo do Grupo de Investigações Sensíveis da PF com apoio do Departamento de Repressão às Drogas da corporação, que contou com a cooperação da Marinha do Brasil para executar o mandado de prisão do soldado. Segundo a Polícia Federal, o nome da operação faz referência à história dos drones, que foram inspirados nas bombas voadoras alemãs conhecidas como Buzz Bomb. A arma, criada pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, recebeu esse nome devido ao barulho que fazia durante o voo.
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