O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveiraafirmou que o gás natural pré-sal drenado por Gasoduto Rota 3 reduzirá a dependência e garantirá a segurança alimentar e energética do país.
Segundo ele, que participa da inauguração do Complexo Energético Boaventura, novo nome do antigo Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, o governo tem priorizado a adoção de políticas públicas para estimular a reindustrialização do Brasil, que envolve a expansão da oferta de gás natural.
Exemplos de setores que seriam beneficiados, segundo ele, são fertilizantes, petroquímico, cerâmico e vidro. Silveira destacou ainda que o programa Gás para Empregar “vai desbloquear investimentos de R$ 95 bilhões” no setor.
Silveira voltou a defender “o direito” de conhecer o potencial da Margem Equatorial, extensa área petrolífera entre o Amapá e o Rio Grande do Norte. “Se for viável, exploraremos esses recursos de forma adequada”, afirmou o ministro.
Ele também defendeu a redução dos níveis de reinjeção de gás natural nos poços do pré-sal. “Não aceitamos reinjetar metade da produção offshore dessa riqueza [gás]e a Petrobras dá exemplo disso.”
O ministro de Minas e Energia disse ainda que o governo quer investimentos “concretos” para ampliar a capacidade de produção das refinarias, numa “corrida” para alcançar a autossuficiência. “Precisamos garantir preços mais baixos para a gasolina, o gasóleo e o gás de cozinha”, acrescentou o ministro.
O gasoduto Rota 3 tem 355 quilômetros de extensão, com capacidade para escoar até 18 milhões de metros cúbicos por dia (m³/dia), do pré-sal da Bacia de Santos até a unidade de processamento de gás natural (UPGN), com capacidade de processar até 21 milhões de m³/dia. O complexo energético de Boaventura é o terceiro nome da unidade, que inicialmente se chamava Comperj e foi rebatizada de Polo Gaslub pelo governo de Jair Bolsonaro em 2019.
A Petrobras renomeou o Comperj como Complexo Energético Boaventura em referência ao Convento de São Boaventura, localizado dentro da unidade e considerado um dos primeiros edifícios da região hoje conhecida como município de Itaboraí. As ruínas do convento foram preservadas com as obras do conjunto.
A pedra fundamental foi lançada em 2006 e as obras começaram em 2008, mas foram paralisadas em 2015, após denúncias de corrupção investigadas pela Operação Lava-Jato, em março de 2014. Além do Comperj, foram suspensas as obras da refinaria Nordeste, antiga Abreu e Lima, retomada no início deste ano.
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