A fraude alimentar é comum. A adulteração de ingredientes de produtos não representa apenas um risco à relação de consumo, mas também pode representar riscos à segurança e à saúde da população. Entre os métodos mais comuns estão diluir o suco puro com água, adicionar açúcar aos vinhos, misturar grãos saudáveis com impróprios ou vários tipos de farinha na embalagem que deveriam ser do mesmo tipo sem indicar corretamente a mistura na embalagem.
Levantamento realizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a pedido da Globo Rurallistou as fraudes mais comuns em produtos de origem vegetal em 2024 no Brasil. O destaque é o azeite. Desde o início do ano, operações de fiscalização apreenderam mais de 100 mil litros de ingredientes adulterados, principalmente com substituição de matéria-prima por outros óleos, corantes e aditivos, violando a legislação brasileira.
O levantamento do Ministério da Agricultura inclui café, farinha de mandioca, feijão, água de coco, vinho e suco entre os produtos mais fraudulentos. Descubra como esses alimentos são adulterados, segundo o governo federal.
Fraude mais comum: substituição por outros óleos, corantes e aditivos.
Quantidade em 2024: 98.425 litros
Fraude mais comum: excesso de corpos estranhos e impurezas.
Quantidade em 2024: 21.400 quilos.
Fraude mais comum: adição de outro tipo de farelo que não a mandioca.
Quantidade em 2024: 545 quilos
Fraude mais comum: embalagens com produto desclassificado por excesso de grãos mofados e queimados.
Quantidade em 2024: 15.947 quilos
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Fraude mais comum: substituir a água da fruta por outra matéria-prima.
Quantidade em 2024: 50 litros
Fraude mais comum: substituição da matéria-prima (uvas) por outro ingrediente.
Quantidade em 2024: 44.078 litros
Fraudes mais comuns: substituição da matéria-prima da fruta por outro ingrediente;
Quantidade em 2024: 75.637 litros
As maiores apreensões deste ano ocorreram em São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Pernambuco e Rio de Janeiro. No entanto, outros 13 estados também registraram incidentes entre janeiro e agosto.
O que fazer para evitar ser enganado?
Segundo o Ministério da Agricultura, é preciso seguir quatro recomendações para evitar prejuízos financeiros e de saúde: desconfiar de preços muito abaixo do mercado, dar preferência a produtos com registro do Mapa no rótulo, optar por produtos de produção recente e observar o processo de fabricação. data, origem e local de produção.
Em caso de dúvida, a recomendação é comunicar à agência em caso de dúvida quanto à qualidade do produto adquirido. Neste caso, deverá enviar informações, imagens da etiqueta e local onde foi realizada a compra.
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